8.10.08
Coisas do país
Conservadorismos
Coisas das crises
6.10.08
Coisas da República
P.S. Ainda por cima ver o Sporting perder com o Porto e estar com uma difícil recuperação digestiva do último episódio da época de acasalamento, também é demais para um 5 de Outubro.
3.10.08
Grande animação
30.9.08
Diálogos Imaginários
– Sim, menino.
– Estou péssimo.
– Então, menino?
– Esta coisa de achar que posso sair durante a semana acaba comigo.
– Já percebi, menino. Chá verde e torradas só com manteiga. Uma ou duas Águas das Pedras frescas a acompanhar. No fim dois cafés.
– Charles, o que seria da minha vida sem si? Provavelmente uma lenta agonia.
Coisas do Lux
A noite foi longa, mais longa do seria aconselhável num dia de semana. Hoje o cenário matinal era dantesco, ao ponto de questionar a minha seriedade e pensar em simular uma gastroenterite que me permitisse passar o dia em casa no sofá. Assim não foi. Mas foi giro, animado, recheado de meninas de belas silhuetas realçadas por vestidos colantes. Também rapazes de tronco nu e uma ou outra drag-queen. Gente amiga e gentes conhecidas. Um festão bem frequentado e divertido. O problema é sempre o dia a seguir.
26.9.08
Coisas da vida
25.9.08
Coisas nossas e do mundo
23.9.08
Época de acasalamento
Domingo foi outra coisa. O pequeno-almoço tardio era um cenário de miséria onde os olhos dos presentes concorriam pelas maiores olheiras e as cabeças ameaçavam estalar como balões de água. Pela minha parte, e após deslocação até casa, permaneci o maior tempo possível na posição horizontal, numa tarde de intenso namoro com o meu sofá. Ele tinha saudades minhas e eu sentia a falta de passar mais tempo com ele. Acabou por ser uma tarde feliz a culminar mais um belíssimo capítulo.
16.9.08
Coisas da província II
Coisas de província I
11.9.08
Nine eleven
9.9.08
Setembro
Um simpático convite de amigos levou-me até às agrestes terras da raia, onde me encontrei rodeado de granito em dias radiosos a contrariarem meteorologistas pessimistas. Além do convívio por casa e dos passeios pelas ruas íngremes e estreitas de Monsanto, não posso esquecer a noite de festa popular. Tinha saudades de um bom arraial popular, com bandas pimba e rifas, e minis perfeitamente geladas. O som é hoje menos roufenho e arranhado, sinal de que os tempos modernos vão chegado aos confins do país, mas a qualidade musical não defrauda. Entrando necessariamente no espírito, é uma delícia dançar animadamente êxitos de letras que rimam, com insistência, “paixão” com “coração” ou com “traição”, e com um acompanhamento musical em que a palavra instrumento é uma inexistência. Festa popular que se preze tem rifas e foi com grande animação que, guiados pelas senhoras, nos dirigimos à barraquinha. Havia uma certa falta de graça nos prémios, demasiado úteis, tendo sido sentida a falta de quadros com o menino a chorar, candeeiros em vidros fumados castanhos ou soutiens e combinações de colecções dos anos oitenta, mas nada que impedisse as senhoras de insistirem até se tornar difícil o transporte de todos os ganhos. Como o jantar havia sido belíssimo, não houve apetite para provar as bifanas, mas nunca é demais referir as minis, que, de tão perfeitamente geladas que estavam, eram a companhia insubstituível para uma noite tão bem passada.
P.S. Se já me apetecia ver o filme “Aquele querido mês de Agosto”, depois deste fim-de-semana ainda fiquei com mais vontade.
Coisas de verão
Há poucos anos cedi ao imobilismo que por lá se instala nos banhistas, mal habituados que estão a não precisar do carro para nada, e rumei a uma praia que me tinha sido muito elogiada pela falta de vento em dias de nortada, pela beleza natural, pelo sossego e pelo simpático bar. Gostei e fui repetindo ainda que timidamente, pois o estado de ressaca não é o mais convidativo para pegar numa carro e fazer um estrada de terra com precipício sobre o mar. O vento insistente foi-me ajudando a esta decisão e aos poucos dei por mim este ano a ir mais vezes para aí do que para a minha praia de sempre. Preocupei-me se estaria a perder as minhas raízes e a vender-me a modernices, problema que me afecta muito, até perceber que estava apenas a atingir um novo estado de banhista, o de banhista independente. Ao fim de anos a aceitar a postura de manada imóvel tão típica daquelas bandas, e em alguns casos agradável, consegui por fim seguir um caminho autónomo. Foi o meu ano de libertação banhista.
5.9.08
Foi bonita a festa, pá! - 1
Foi bonita a festa, pá! - 2
4.9.08
Aposta do momento
Coisas de verão
Coisas de verão
2.9.08
Coisas do verão
Coisas do verão
1.9.08
Diálogos Imaginários
– Mas menino, é precisamente por isso que, no verão, consulto sempre os sites de meteorologia para confirmar o estado do vento. Só se pode ir para a praia no Guincho depois de confirmar o tempo.
– Com as minhas distracções, ainda bem que o tenho a si para controlar estas coisas.
29.8.08
Diálogos Imaginários
– Faz bem, menino, até porque parece que não vai fazer vento e o Guincho promete estar agradável.
– Charles, que saudades tinha. Você pensa mesmo em tudo. Claro que aproveitarei para ir amanhã ao Guincho, afinal a raridade de dias sem vento deve ser aproveitada sem reservas.
28.8.08
Diálogos Imaginários
– Oh! Menino, também não é caso para tanto, apenas estive fora uma semana.
– Bem sei, mas coincidiu com a chegada de férias e de outro fim-de-semana fora. A vontade abandonou o meu corpo e o simples vislumbre daquela mala abandonada a um canto fez-me sair de casa todos os dias. Esta semana ainda nem por um dia cá jantei.
– Pronto, menino, acalme-se um pouco. Já porei todas as suas roupas em ordem.
– Charles, ficar-lhe-ei eternamente grato. A minha vida sem si seria um calvário longo e doloroso.
26.8.08
Estado do blog
22.8.08
Coisas do outro mundo II

.
Magnífico Évora
21.8.08
Coisas do outro mundo

100m
200m
19.8.08
Hoje
8.8.08
Partida
Coisas de malas
Coisas dos jogos
7.8.08
Coisas do verão
6.8.08
Coisas do verão
Coisas do verão
Agradecimento com música
Tarde em Itapoã
5.8.08
Sobre o acasalamento II
Sobre o acasalamento I
4.8.08
Pobre Fernão
1.8.08
Continuação
Falta uma semana
O Presidente que se decida.
31.7.08
Novas Oportunidades
Ainda haverá esperança?
Não sei se a petição já aqui divulgada contribuiu algo para isso. Prefiro achar que deu uma ajudinha e por isso assino hoje todas as petições com as quais concordo, pois acho que nos restam pouco actos de cidadania possível impacto na realidade. Afinal, a maior ameaça a um político é a má publicidade.
30.7.08
Batam no anão
Coisas de Alvalade
29.7.08
11
28.7.08
Palavras d’outros
A líder do maior partido da Oposição imagina que é possível chegar ao poder sem andar por aí em festas folclóricas, em espectáculos medíocres e chega ao ponto de dizer que vai tentar falar verdade sobre os problemas do sítio e que não se pronuncia sobre assuntos que não conhece. Um ministro deste Governo socialista imagina-se como director comercial de uma multinacional e salta de contente sempre que assina um contrato com uma empresa qualquer. O mesmo governante imagina um dia que a crise económica, financeira e social já passou e no outro imagina que o que aí vem vai ser bem pior.
Um primeiro-ministro que os indígenas elegeram em 2005 com maioria absoluta imagina que vive num sítio maravilhoso, com uma economia pujante, com um nível de vida extraordinário, com cidadãos altamente qualificados e até imagina que Angola tem um governo fabuloso, digno dos maiores elogios, que a Líbia é dirigida por um ser normal, democrático, que até escreveu em tempos um livro que só por acaso não ganhou o Nobel da Literatura e que a Venezuela tem um presidente civilizado, com os alqueires todos no sítio e que merece ser recebido várias vezes em poucos meses com gestos de grande carinho e amizade.
Um Presidente da República imagina que os seus silêncios são mais importantes do que as suas palavras e imagina que quando discursa alguém o ouve verdadeiramente com atenção. Imagina que quando fala na necessidade de se combater a corrupção ou atacar a sério os problemas da Justiça e da Educação alguém o leva verdadeiramente a sério e vai a correr preparar mais uns diplomas para indígena ver. A alucinação, como se vê, veio para ficar. Está a tornar-se numa pandemia. Em vez de dinheiros da Europa, o sítio precisa urgentemente de uma enorme equipa de psiquiatras que o cure da doença enquanto há tempo e esperança de cura.
25.7.08
O estado das coisas
23.7.08
There’s something in the air
Assim vamos.
Lamento
22.7.08
O verão
O problema é que ainda temos Maddie, ainda Maddie, e os abraços do Sousa aos amigos Kadhafi, Eduardo dos Santos e Chavéz. Com o mundo assim, nem os mergulhos de fim de tarde, os casamentos, os baptizados e as perspectivas de umas curtas férias chegam para me manter na desejada total ignorância e abstracção.
18.7.08
Coisas do tempo
O preto e o branco
17.7.08
Bicos do prego
Coisas da vida boa
Palavras d'outros
Há épocas assim. Longe da crise petrolífera e dos conflitos armados dos anos 70, a década seguinte foi de foguetório e espalhafato. Da ‘movida’ madrilena à literatura light americana, uma onda de ‘eterna juventude’ passou pelas economias globais (que já existiam) e pela cultura.
Perdeu-se a ética do trabalho e do esforço – e uma geração de ‘gestores’ incultos, de líderes elegantes e de pensadores ‘fracturantes’, confiando no estado demencial da sociedade, começou a tomar decisões que cabiam aos políticos, que baixaram de nível. Essa gente não vê longe, acostumada que está a contratos de curta duração e ao lucro imediato. Está à vista o resultado.”
Francisco José Viegas, no Correio da Manhã.
15.7.08
Nostalgias
14.7.08
King of the weekend
Roísin Murphy
O mito
11.7.08
O nome do dia
Optimus Alive – Coisas boas
Optimus Alive – Coisas más
10.7.08
Palavras d’outros III
"O sequestro dos senhorios
Pode ser que a chave do mistério esteja na palavra. Afinal, “senhorio” tem uma ressonância nobre, uma sugestão medieval de riqueza e posição. Confirma-o o dicionário, equivalendo-lhe ainda “domínio, posse, autoridade”, além de “propriedade” e “proprietário de casa alugada”. O senhorio é pois um senhor, alguém com posses. Alguém que não merece nem precisa de defesa - um privilegiado. Um explorador, em suma.Assim, à falta de melhor e sobretudo de racionalidade e justiça, se explicam, por uma espécie de psicanálise lexical, as leis e os regulamentos que no País regem os arrendamentos. E se o dicionário também define a palavra como “direito sobre alguma coisa”, é só para certificar que o senhorio tem, por exemplo, o direito de solicitar às autarquias e às finanças que avaliem os estragos que foram infligidos à sua propriedade por dezenas de anos de rendas miseráveis que o impediram de fazer quaisquer obras - impedindo-o agora de actualizar convenientemente o valor das rendas. Mais o “direito” de ser obrigado a aceitar que o inquilino que beneficiou durante décadas da sua assistência social forçada discuta com ele o valor correcto da renda actualizada ou lhe exija obras vultuosas.E tudo isto vem a propósito de quê? Não, não saiu nenhuma lei nova esta semana, nem nas semanas anteriores, nem houve parangonas com qualquer notícia sobre a miséria dos senhorios obrigados pelo Estado a fazer de santa casa dos inquilinos com mais de 65 anos (e aos senhorios com mais de 65 anos, quem fará de santa casa deles?). Nada disso. Apenas soube de um caso prático da extraordinária “nova” lei do arrendamento. Um prédio construído nos anos 60 do século passado; inquilinos que o ocupam desde essa altura; rendas de 40 e 50 euros por apartamentos de 6 assoalhadas que na avaliação da câmara (e que custou mil euros - ao senhorio, claro) mereceram a bitola de “bom”; uma actualização calculada em cerca de 300 euros, que no caso, devido ao facto de os arrendatários terem todos mais de 65 anos, terá de ser progressiva, distribuindo–se por dez anos; protestos de todos os inquilinos. Um deles escreveu aos proprietários uma carta em que, entre outras coisas, exige a colocação de um elevador (mora num 2.º andar e, afiança, ele e a mulher têm dificuldade em subir as escadas).
Quando uma pessoa que paga 50 euros por uma casa onde pagou durante quase 50 anos uma renda ínfima se acha no direito de exigir/sugerir a realização de uma obra que custa pelo menos o equivalente a dez anos de rendas futuras e corresponde a praticamente todo o “bolo” das rendas que pagou desde o início, surge óbvia a conclusão de que, para essa pessoa, o senhorio é um serviçal. Condenado a servi-lo em penitência eterna por ter alguma vez sonhado que um investimento podia ter proveito, que ser proprietário podia ser rentável. O mais grave, porém, é que este delírio não pertence a um excêntrico isolado, mas a uma cultura generalizada e autorizada pela lei. Uma cultura que arruinou os centros das cidades e empobreceu milhares de famílias. Pudessem elas tombar os prédios nas estradas e paralisar o País, outro galo cantaria. Assim, resta-lhes servir a pena - e ter sentido de humor."
Palavras d’outros II
Palavras d’outros I
“É para isso que pagamos impostos. Não é para construir auto-estradas inúteis e estádios de futebol, mas sim para educar e evitar que cheguemos a situações sociais como as que temos hoje."
"Não vejo que se fale de fome na Alemanha ou na Áustria, só aqui é que oiço isso.”
“A dependência alimentar de Portugal do estrangeiro só pode ser limitada com uma revolução completa da política de planificação do território, destinando mais terras à agricultura.”
Estas palavras foram proferidas, ontem, por D. Duarte de Bragança.
9.7.08
Praia
8.7.08
Triste País
O Largo do Rato não é hoje um exemplo de grande qualidade urbana, atravessado que está por um emaranhado de vias, mas ainda apresenta um conjunto arquitectónico de grande valor. Vale mesmo a pena destacar os elementos que se supõe venham a destruídos – o Chafariz do Rato e a Associação Cultural de São Mamede – com a construção em causa. Perante isto o vereador do urbanismo qualifica o edifício, da autoria dos arquitectos Frederico Valsassina e Manuel Aires Mateus, como uma provocação que lhe agrada. Gostaria de dizer o que o senhor arquitecto poderia fazer com a provocação, seria aliás o mesmo que lhe aconselharia a fazer com o hotel da sua autoria postado entre a Torre de Belém e o Padrão dos Descobrimentos, por certo outra provocação dada a sua volumetria e magnífica integração na envolvente.
Acho que as imagens mostram muito mais do que palavras.
Depois (imagem via "Lesma Morta")
Uma vez mais não está em causa o desenho arquitectónico, mas uma coisa chamada respeito pela envolvente e pelo enquadramento. Na minha escola ensinaram-me isso, pelos vistos na Faculdade de Arquitectura ensinam, em alternativa, técnicas para massajar o ego a arquitectos com pendor narcisista, por certo com problemas de personalidade mal resolvidos em adolescências infelizes.
Para mais informações vale a pena ler os blogs “Lesma Morta” e Cidadania Lx .
Para assinar uma petição contra este projecto vá aqui.
A fogueira das irresponsabilidades
Uma pornográfica “lei das rendas”, arrastada ao longo dos anos pela cobardia imoral de sucessivos governos, e uma tolerância excessiva para com o abandono dos imóveis trouxe-nos a isto. E infelizmente irá levar-nos a muito mais desgraças, hoje em Lisboa, amanhã no Porto, depois de amanhã em qualquer terrinha de província.
7.7.08
Serviço público
Muito bem filmado, e com uma óptima banda sonora, o programa é guiado pelos comentários de Cadilhe, sempre acompanhado por adequadas intervenções de historiadores. A história não tem de ser chata e pode, e deve, ser contada de forma inteligível e agradável, sendo este programa exemplo disso. Ao juntar o interesse lúdico de um programa de viagens com a pedagogia de uma aula de história, Cadilhe consegue um excelente equilíbrio e um programa de televisão despretensioso, mas com uma qualidade que vai sendo raro encontrar.
4.7.08
Coisas da vida
Capas boas
1.7.08
Temos pena!
Aplausos. (De pé)
Ainda há futebol!
A França foi limpa na primeira fase, a Grécia passou tão despercebida que quase nem me lembrava dela, a Itália perdeu às mãos de quem soube usar as suas cínicas armas, a Alemanha foi andando e chegou até à final. Bastou, chegar à final já foi prémio excessivo para aquele bando de destruidores da arte alheia e aproveitadores da eficácia. Daqui lhes deito a língua de fora, a eles e ao seu treinador com pretensões “fashion”, arrumados que foram pela equipa do velhinho de fato de treino.
Ganharam os nossos vizinhos o que traz sempre alguma irritação. Será evidente que seremos gozados por algum tempo, agora com o argumento que ganharam, sim, eles ganharam e nós nunca ganhamos nada. Teremos de nos aguentar e pensar que antes eles que os alemães. Até porque mereceram, jogaram bem, não deixaram dúvidas sobre a superioridade e a taça está bem entregue. Tive muita pena por Portugal. Tive pena pela Rússia. Felizmente não tive de ter pena do futebol, pois ele acabou por ganhar.
27.6.08
Alerta!
Ainda há futebol?
Ainda vai havendo futebol, mas resta a inquietação de que esse futebol não ganhe no final, dando razão aos anestesiantes treinadores que pretendem mudar, talvez até estatutariamente, o objectivo do futebol, trocando o de “marcar golos” com o de “não sofrer”. Espanha devia ganhar, mas mais importante ainda é que a Alemanha devia perder. E por muitos e vistosos golos, numa humilhação requintada da arte sobre a eficácia, da civilização sobre a força bruta.
Dr. António Sousa Homem
Da apresentação de Maria Filomena Mónica destaco a passagem em que dizia que o Dr. Homem era o tio-avô excêntrico que gostaria de ter tido. Concordo em absoluto, seria aquele tio com quem passaria horas de conversa e longas horas de silêncio afundados nos sofás da biblioteca, por entre pilhas de livros e com um pontual chá a chegar às cinco horas trazido por Dona Eliane.
Apesar da ausência do Dr. Sousa Homem e da sobrinha nesta apresentação, não deixa de ser com algum orgulho que abro a primeira página do meu livro e nela posso ler a dedicatória assinada pelo autor, conseguida por meios que não revelarei. Não o digo com o apreço do valor do objecto dada a sua raridade, mas sim com o gosto da personalização de um livro tão bem escrito e por um tão interessante personagem indiscutivelmente português.
25.6.08
Haja alguém!
24.6.08
Coisas Boas da Irlanda V
The Dubliners
"The Wild Rover (no nay never)"
23.6.08
Ainda há futebol?
Ontem vi o Espanha – Itália e a euforia acalmou, assim como a esperança no futebol, pois as duas equipas fizeram o possível, e quase o impossível, para não marcar golos, num jogo muito mais do que chato e a que só faltou que falhassem penáltis sucessivos de modo a obrigar os próprios guarda-redes a marcar. Perdeu a Itália, o que foi um grande felicidade, porque dali não vem qualquer esperança enquanto de Espanha ainda poderemos esperar algum futebol. Agora, esperar mesmo, só espero que a Rússia mantenha o nível e esmague também a selecção espanhola, numa desforra dos 4-1. Sem piedade e com grande arte.
Coisas Estranhas
20.6.08
Ontem
Coisas da Bola I
Coisas da Bola II
Coisas da Bola III
Palavras roubadas
Ao Impensado.
19.6.08
Coisas Boas da Irlanda IV
A fantástica Sharon Shannon e "Mouth of the Tobique"
Provincianismos
Centralismos
(À propos das declarações de Marcelo e da moção de Ferreira Leite para o congresso)
18.6.08
Coisas Boas da Irlanda III
“Under bare Ben Bulben's head
In Drumcliff churchyard Yeats is laid.
An ancestor was rector there
Long years ago, a church stands near,
By the road an ancient cross.
No marble, no conventional phrase;
On limestone quarried near the spot
By his command these words are cut:
Cast a cold eye
On life, on death.
Horseman, pass by!”
W. B. Yeats
Excerto de "Under Ben Bulben".


